"""Alegrei-me Quando me disseram vamos à casa do Senhor" - Salmos 122:1

  • Principal
  • Igreja
  • Pastoral
  • Mensagens
  • Notícias
  • Departamentos
  • Galeria
  • Eventos
  • Horários
  • Contato
  • Links
  • Book the Basement
Reserve o Salão

Mensagem Rev Carlos Rosa da Igreja Presbiteriana da Ilha dos Acores

Rev. Carlos Rosa em Alusão ao 20 Aniversário da Igreja Presbiteriana de Língua Portuguesa
Título: Sede fontes de salvação
João 3.16-17
Num dia como este que estamos a viver, amados irmãos, um dia de muita alegria, um dia de festa, um dia de louvor e acções de graças a Deus, ainda mais intenso e profundo do que acontece habitualmente, eu queria convidar-vos a ler o texto do evangelho de um modo diferente do que acontece a cada domingo. Condivo-vos amados irmãos, não a abrirmos as nossas bíblias, mas sim a que as apertemos junto do nosso coração  unamos as nossa vozes, as nossas mentes e os nossos corações na leitura de João 3.16:
Conhecem? ("Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho...")

Sempre que, amados irmãos, lemos este trecho do evangelho segundo João, a nossa atenção é, toda ela, direccionada para o vers. 16. Um versículo que todos sabemos de cor!

um versículo que toca fundo no coração de todos e cada um de nós, porque os traz esta certeza inabalável:

A certeza de Deus nos ama!
Apesar das nossas imperfeições;
Apesar dos nossos constantes erros;
Apesar das nossa constantes quedas;
Apesar de tudo isso Deus ama-nos!

E ama-nos de maneira tal que veio ao nosso encontro em Jesus de Nazaré para, através dele, nos indicar o caminho para uma vida nova, o caminho que nos ajuda a encontar a verdade, e que nos permite, a partir dessa descoberta, deixar crescer em nós a nova criatura que Deus espera e deseja a vida de cada um de nós.

Mas como, com toda a certeza, o Rev. Lincoln, já vos pregou acerca desta vers 16 eu queria convidá-lo a reflectirmos um pouco, e a chamar a vossa atenção para aquele que segue, o vers 17. um vers no qual, e enquanto discípulos que nos confessamos do Senhor Jesus Cristo, somos pelo mesmo Jesus interpelamos a reconhecermos como a nossa a realidade que nele encontramos presente.

"Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que o condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele."

Hoje eu queira desafía-los a olharmos para estas palavras de um modo diferente. Um modo que se eu o apresentasse num teste sobre o Novo Testamento numa faculdade qualquer de Teologia receberia um zero, mas que, no meu coração e na mnha tem toda a razão de ser.

Hoje eu queria convidar os irmãos a olharmos para este versículo como um vers que mais do que falar do Senhor Jesus fala de cada um de nós. E fala de cada um de nós porquê?

O Apóstolo Paulo diz-nos em Gálatas 2.20 "...vivo não mais eu mas Cristo vive em mim..."

Quando o Senhor Jesus vem ao nosso enontro e nos toca pelo poder do Seu Santo Espírito, tornamo-nos numa pedra viva da sua igreja, num membro do corpo, não somos nós mas quem vive mas é o Senhor Jesus quem vive, fala e age no mundo através de nós. É por isso que hoje, neste dia de festa, de louvor e acções de graças a Deus por nos ter ajudado e trazido aqui eu vos queria deixar este convite: olhemos para este vers como algo que não só fala para nós, mas que acima de tudo fala de nós e daquilo que Deus espera de nós.

E o que é que Deus espera de nós?
Que sejamos hoje e sempre, todos os dias, em todos os lugares e sejam quais forem as circunstâncias fontes de salvação e nunca fonte de condenação.

Este amados irmãos, é o desejo de Deus em Cristo Jesus, para com cada um de nós, a quel Ele ama; e a quem Ele chamou a ser o "povo seu e ovelhas do seu pasto."

É aqui que hoja a palavra de Deus nos questiona e nos convida a reflexão:
Que tipo de fonte temos nós sido no mundo?
Temos nós sido fonte de salvação?
Ou temos sido fonte de condenação?
Que temos nós revelado no testemunho de vida que damos fora destas quatro paredes?
Na maneira como nos relacionamos com os outros;
nas palavras que usamos uns para com os outros;
nas atitudes que tomamos para com o nosso próximo. Que temos nós sido?
"...não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele..."

Sei que um dia o Rev. Lincoln vos pregou e, vos convidou a meditar acerca da pergunta colocada no Salmo 137:4 "Mas como entoarmos o cântico do Senhor em terra estranha?"

Esta amados irmãos que eu encontro, e que hoje quero partilhar convosco"

Sermos fontes de salvação!

Esta é a maneira de entoar o cântico do Senhor nesta terra estranha.

Esta , amados irmãos, é a natureza que o nosso Deus espera seja a natureza de cada um de nós. sermos fontes de salvação! Sermo fontes de esperança, de conforto, de consolo e de paz.

Incessante e incansavelmente ao longo do seu ministério. este é um grito que o Senhor Jesus nos vai deixar.

Um grito que ele espera nos aceitemos como o fez o Apóstolo Paulo:

".fiz-me tudo para todos, por todos os meios, chegar a salvar alguns." (I Cor 9.22)

É isto que Deus, em Cristo Jesus, espera e deseja a cada um de nós.
Que levemos ao mundo o nome de Cristo como aquele que é "o caminho, a verdade e a vida"

Mas será que isso que nós temos feito?
Quantas e quantas vezes não tem as nossas voze sido veículos  de condenação?
Quantas e quantas vezes não deixamos nós que a nossa língua seja veículo de recriminação?
Quantas e quantas vezes nós, em vez de estendermos a mão , apontamos o nosso dedo? Esquecendo-nos quando assim agimos que a o apontarmos um dedo à alguém temos três a apontar para nós?

"..não para que condenasse ao mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele."

O desafio que o Senhor Jesus hoje nos deixa, amados irmão, é o desafio do estendermos as nossas mãos  para acolhermos aqueles que "cansados e oprimidos" física e espiritualmente nos procurem.

Sermos fontes de Salvação

Lembro-me de uma história passa aqui ao lado nos Estados Unidos. Uma história que nos fala de um rancheiro que tinha dois filhos e que ao longo do seu crescimento trabalhou arduamente para conseguir comprar o rancho qu estava ao lado do seu e que tinha como divisória não uma vedação mas um riacho. Alcançado este objectivo ele construiu uma casa perto do riacho no rancho que havia comprado para que, quando ele morresse os filhos pudessem ficar perto um do outro. Só que quando ele morreu os filhos que sempre haviam trabalhado ao lado do pai para alcançar aquele sonho, zangaram-se, trocaram palavras azedas e ríspidas e deixaram de se falar.

Numa certa manha alguém bateu à porta do irmão mais velho: abrindo a porta ele ouviu uma pessoa pedindo trabalho para poder sustentar a sua família "o que ë que você sabe fazer?, perguntou o irmão mais velho: "Sou carpinteiro" respondeu o homem. Ok, tá contratado, tenho um trabalho para você. Tá aver aquele riacho, e a casa que está perto dela? Eu vou estar fora uma semana, quando voltar quero que tenha contruído um muro de maneira que da minha casa eu nao possa avistar a dele. E levando-o ao celeiro mostrou-lhe as madeiras. "acho que entendi, patrão. Mostra-se só onde estão os pregos e os martelos" disse o home.

O irmão mais velho partiu para a cidade, e o homem ficou ali cortando a madeira, tirando medidas, abrindo fundações e martelando cada prego como se fosse a coisa mais importante do mundo.

Só que quando o irmão mais velho chegou não consegui acreditar naquilo que os seus olhos viam. A sua frente estava não um muro alto, mas a ponte mais bela que alguma vez imaginara. E no outro lado da ponte, com as lágrimas escorrendo pelo seu rosto o irmão mais novo corria para si de braços abertos pedindo perdão pelas palavras azedas que haviam trocado, e agradecendo-lhe este gesto maravilhoso de perdão, de reconciliação de oportunidade para uma vida nova.

Muitas vezes o mundo desafia-nos a erguermos muros que condenam e afastam, o que Cristo espera de nós é que perane esses desafios façamos como o carpinteiro da história, e sejamos sempre construtores de pontes que possibilitem os que necessitam de uma palavra de esperança e de um gesto de conforto aproximar-se de nós para o receberem.

O que Cristo espera de cada um de nós é que de facto nos identifiquemos com ele fazendo nosso o seu lema, fazendo nossa sua disposição.

Sejamos, amados irmãos, em cada dia e em todos os lugares fontes de salvação.

Fontes que levem uma boa palavra aos que sofrem, que estão cansados, que se sentem oprimido!

Fontes que levem confiança aos que estão desesperados! Sem qualquer esperança no futuro e nenhuma confiança em si próprios!

Fontes que levem um pouco de luz aos que vivem mergulhados nas trevas!

"...fiz-me tudo para todos, para, por os todos meios, chegar a salvar alguns." (I Cor 9.22)

Nesta terra estranha, amados irmãos, para onde vierem em busca de um futuro melhor, que possa ser esta, amados irmãos a imagem que nós reflectimos no mundo.

E que olhando para nós o mundo possa ver reflectida em nós a imagem de Cristo. Para que através de nós se cumpra aquele que foi o grande lema da vida do Apóstolo Paulo,

"Para que ao nome de Jesus, se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, na terra, debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai." (Filip 2.10-11)

Que assom possa ser amados irmãos, por muitas e muitas décadas

Amém


Principal | Conselho | Pedido de Oração | Aniversário | Pastoral | Mensagens | Notícias | Escola Dominical | Departamento Infantil |
Pré-Adolescentes | Adolescentes | Música | Comite de Manutenção | Galeria | Eventos | Horários | Contato | Links | Reserve o Salão |
Book the Basement
divider_bottom_box
Igreja Presbiteriana de Língua Portuguesa - Organizada em 16 de Outubro de 1988
divider_bottom_box
100 Hepbourne Street, Toronto, ON, M6H1K5
 Rev. Lincoln Rezende